Prezado(a) Senhor(a):
Você sabia, que a esta hora exatamente – e até mesmo onde você mora – pode haver uma criança ou adolescente sendo vítima de algum tipo de violência familiar.
Você pode aprender a evitar isso realizando o Curso de Especialização na Área da Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes.
Confira!
Nome: Especialização em Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes
Docente: Dra. Maria Amélia Azevedo (Coordenadora do LACRI/IPUSP)
A que dá direito: Um Certificado de Especialização em Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes.
Uma iniciativa:
Campus Virtual
Cruzeiro do Sul
A diferença de aprender na prática
RECRIA
Projetos Educacionais, Culturais e Sociais
As crianças/adolescentes agradecem por uma vida melhor.
Mais informações:
no site http://www.unicsulvirtual.com.br/;
PELO FONE: (011) 2107-5498;
PELOS E-MAILS: http://br.mc570.mail.yahoo.com/mc/compose?to=suporteead@cruzeirodosul.brou http://br.mc570.mail.yahoo.com/mc/compose?to=tutoriaead@cruzeirodosul.edu.br
Havendo interesse, será um prazer tê-lo(a) como aluno(a).
Um grande abraço,
Geni Souza
terça-feira, 18 de novembro de 2008
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
segunda-feira, 7 de julho de 2008
terça-feira, 1 de julho de 2008
Enfermeira joga filha de 8 meses pela janela em Curitiba
"Eu queria me livrar do pacote. Sempre fui incompetente para cuidar dela". Essas foram as palavras da enfermeira Tatiane Damiane, de 41 anos, ao delegado Antonio Campos de Macedo, do 1º Distrito Policial de Curitiba (PR), ao explicar por que matou a própria filha, Mariana, de 8 meses, ao jogá-la do 6º andar do apartamento onde moravam, na região central da capital paranaense.Fonte:
Agência Estado
Imagem: http://ideiascomimagem.no.sapo.pt/tounalua/imaginario.jpg
segunda-feira, 30 de junho de 2008
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Poema - Criança Abandonada
Poema enviado pela colega de curso Michele Mataratzzo
Na calçada de uma lanchonete,
encontrei uma criança sentada.
Perguntei-lhe o seu nome,
e ela não me disse nada.
Não querendo pertuba-lá,
segui então meu caminho.
Uns gritos bem perto soaram,
dizendo:Ei moça espere um poquinho!
Voltei de encontro a criança,
e reparei que estava abatida.
Após me olhar ela disse:Moça,
eu não sou bandida.
Se queres saber meu nome,
tudo bem, eu vou te falar.
Meu nome é Ana Paula,
e durmo na porta do Bar.
Quando papai morreu,
logo mamãe se casou.
Por causa do meu padrasto
De casa me expulsou.
Moça eu não entendo,
porque a mãe praticou esse ato.
No minimo ela pensou,
que eu tivesse caso com meu padrasto.
Abracei fortemente a criançae convidei-a para almoçar.
Falei sobre minha infânciae vi seus olhos brilhar.
Um sorriso ela me deudizendo que ficou encantada.
Pois em anos era a primeira vez,
que não se sentia abandonada.
Núbishttp://criancagenial.blogspot.com/2008/03/poema-criana-abandonada.html
Fonte da imagem: http://www.guiame.com.br/images/materias/2590.jpg
quarta-feira, 25 de junho de 2008
SER CRIANÇA!
Então serei uma eterna criança...Não pretendo deixar de sorrir,
não pretendo deixar de lembrar,
mesmo que responsabilidades apareçam
e que eu deixe de brincar.
Serei eterna criança.
Criança feliz, e que gosta de chorar.
Chorar na horas impróprias,
sorrir de todo mundo.
Chorar por estar feliz,
e por não ter motivos.
Serei eterna criança.
Aquela que se olha,e logo se vê.
Aquela que enxerga na verdade,
o que existe dentro de você.
Serei eterna criança.
Nem que isso machuque, este meu ser.
Serei sincera, impetuosa.
Serei do jeito que eu tiver de ser.
Serei enterna criança.
Que busca por sonhos e algodão doce.
Que busca a felicidadeem qualquer lugar "que fosse".
Serei eterna criança.
Que pula os problemas,e corre de pessoas.
Serei eterna criança.
Que mesmo com medo da vida,vive intesamente.
Criança pura,ingenua e alegre.
Simplesmente criança.
Sem saber o que realmente a fere.
Simplesmente criança.
Que chora sem saber o porquê.
Simplesmente criança.
Serei eterna criança.
Por que assim, será bem mais fácil,de "se" viver.
Fonte da imagem: http://www.servodedeushiv.org.br/images/crianca-7.jpg
PREVENÇÃO DA VDCA
De coração a coração nossa corrente se fortalece!


Doe seu coração para o enfrentamento da Violência Doméstica contra a Criança e o Adolescente!
Necessitamos do amor humano para que o cuidado à infância e à adolescência aconteça sem uso de qualquer modalidade de violência. A própria palmada pode ser substituída por um gesto de carinho. Qualquer um consegue... basta tentar!
De coração aberto peço sua contribuição: doe seu coração para o bem... nossas crianças e adolescentes agradecem!
Fonte da imagem: http://www.singapore21.org.sg/images/pay_it_4ward.gif
segunda-feira, 23 de junho de 2008
NÃO A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES
Mensagem enviada pela colega de curso EVANI


“Nós vos pedimos com insistência:
Não digam nunca: isso é natural!
Diante dos acontecimentos de cada dia,
Numa época em que reina a confusão,
Em que corre sangue,
Em que o arbítrio tem força de lei,
Em que a humanidade se desumaniza;
Não digam nunca: isso é natural!
Para que nada passe a ser imutável!”
Bertold Brecht
Bertold Brecht
Fonte da imagem: Silvia, Lygia Maria Pereira. Violência Doméstica contra a Criança e o Adolescente. Recife: EDUPE, 2002.
UM EXEMPLO DE VIDA E DE AMOR!
ABAIXO UM COMENTÁRIO ENVIADO A MIM PELA COLEGA DE CURSO EXPEDITA FÁTIMA.
"Adorei o Poema da Geni,ela é muito talentosa.Eu até copiei e imprimi para dar de presente a Senhora que é Zeladora do Préido em que moro e me concedu a entrevista para o exercício do curso. Vou dar-lhe em agradecimento pelo ato e também por ter criado todos os seus filhos sem bater. Penso que seja uma incentivo para que continue assim. E quem sabe ela não topa fazer parte da corrente. Se ela passar adiante o poema já está contibuindo, não é mesmo!!Acho que peguei o espírito da corrente.BeijinhoExpedita Fátima".
TAL COMO O RELATO DA ZELADORA ACIMA, SEM VDCA NOSSAS CRIANÇAS FICARÃO ASSIM:

FELIZES!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Fonte da imagem: http://www.bezerramenezes.org.br/imagens/crianca_alegre.gif
sexta-feira, 20 de junho de 2008
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Maus-tratos causaram morte de menino em SP, diz IML
Fonte da imagem: http://troll-urbano.weblog.com.pt/arquivo/picasso%20violecia.gifO diretor do Instituto Médico-Legal (IML), José Eduardo Velludo, de Ribeirão Preto, no interior paulista, apresentou um laudo informando que o menino Pedro Henrique Marques Rodrigues, de 5 anos, que morreu na noite de quinta-feira da semana passada, foi vítima de violência infantil. A delegada do Setor de Homicídios, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), Maria Beatriz Moura Campos, disse hoje, então, em entrevista coletiva, que o inquérito passou a ser tratado como caso de homicídio. A mãe do garoto, Kátia Marques, e o padrasto, Juliano Gunello, afirmam que a criança ingeriu Semorin, um produto de limpeza de roupas.A delegada havia pedido a prisão temporária do casal, que foi indeferido hoje pela juíza da 2ª Vara de Execuções Criminais da cidade, Isabel Cristina Alonso Bezerra dos Santos. O pedido da delegada foi feito após constatar que o frasco de Semorin estava quase todo cheio e em razão de a vítima apresentar hematomas pelo corpo, inclusive fratura no pulso direito. Em depoimento, a mãe e o padrasto negaram qualquer violência doméstica.O diretor do IML afirmou que o corpo do menino apresentou "embolia gordurosa pulmonar". Segundo ele, esse tipo de embolia gordurosa não é freqüente, mas com Pedro Henrique deve ter sido aguda e rápida. A embolia pode ter sido provocada por um gesto violento ou um chacoalhão mais brusco, no dia da morte. "Ninguém pode dizer que essa criança se machucou porque caiu", afirmou Velludo. "Pelo menos nos últimos dias ele sofreu alguma forma de lesão", disse.Velludo descartou descalcificação dos ossos, como teriam alegado a mãe e o padrasto à delegada. "A fratura foi aguda, talvez no começo da manhã", disse ele, baseando-se no laudo assinado por Roberto Silva Costa, do Hospital das Clínicas (HC). O corpo da criança foi exumado na sexta-feira, horas após o sepultamento, concedido pela Justiça de Araraquara - onde mora o pai biológico da vítima, o policial militar Odair Donizete Rodrigues.
Fonte: Agência Estado
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Violência Doméstica contra a Criança e o Adolescente: UMA TRISTE REALIDADE!

“Violência doméstica lidera ranking de agressões contra crianças e adolescentes”. Os pais são os principais agressores contra crianças e adolescentes. A constatação pode ser vista na página da internet que mantém atualizadas as denúncias dos Conselhos Tutelares de todo o país, enviadas ao Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (Sipia). São 186.415 registros, de 1999 até hoje.
Também constata-se que os números de agressões contra crianças e adolescentes são altos pelo Disque 100, sistema que permite que qualquer um faça denúncias, inclusive anônimas. Em números absolutos, os casos de agressão por negligência ou agressão física e psicológica são 54.889 dos 111.807 registros. Isso representa 67,40% do total. Entre os registros, 242 são denúncias de violência com morte da criança ou do adolescente.
Diante do índice, especialistas em questões da infância, consideram que episódios como o da menina Isabella Nardoni, que morreu aos 5 anos, causando comoção por ter causas ainda desconhecidas, são mostras de um país ainda tolerante com a agressão contra crianças e adolescentes.
Para o integrante do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Ariel de Castro Alves, os dados revelam que a violência contra a infância é generalizada no Brasil e que há muita tolerância para com ela – o que faz com que as pessoas se sintam menos à vontade para denunciar.
“Devemos tratar do caso da menina Isabella e, a partir dele, refletir com toda a sociedade brasileira. Os números mostram que a violência contra a infância e a juventude é generalizada e, muitas vezes, a violência ocorre exatamente nos locais em que elas deveriam receber proteção, que são os lares, escolas e creches”, disse.
A coordenadora do Programa de Enfrentamento à Violência Sexual contra a Criança e o Adolescente da Secretaria de Direitos Humanos, Leila Paiva, concorda com o conselheiro do Conanda. Para ela, o que contribui para a manutenção deste quadro é a falta de iniciativa de quem observa a violência, mas não denuncia.
“Existe um pensamento no imaginário popular de que não devemos interceder em problemas que ocorrem no âmbito familiar, o que é um equívoco. Mas, ao mesmo tempo, eu penso que o aumento dos registros no Disque 100 é pelo fato dele garantir o anonimato e a distância das pessoas”, analisou a coordenadora.
Ariel Alves, do Conanda, retoma a questão do papel da sociedade: “Não é só a família a responsável por garantir os direitos da infância e juventude, o próprio Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que é um dever de todos: da família, do Estado e de toda a sociedade brasileira.”
A média de utilização do Disque 100, desde que foi implantado em 2003 até hoje, é crescente. Começou com 12 relatos por dia, passou para 38 em 2006 e chegou a 69 em 2007. Até março deste ano, foram contabilizados em torno de 93 casos diariamente.
Os dois especialistas atribuem o crescimento do número de denúncias à sensibilização de todos da importância em não se calar diante dos casos de agressão a crianças e a adolescentes. Para ambos, não se trata de aumento dos casos de agressão.
Alves citou estudo da Universidade de São Paulo sobre o tema: “Uma pesquisa do Laboratório de Estudos da Criança da USP, feito entre 1996 e 2007, diagnosticou a existência de 159.754 casos de violência doméstica. E também concluiu que aproximadamente 10% dos casos de abusos e violência contra crianças e adolescentes são denunciados.”
Fonte: Agencia Brasil
Também constata-se que os números de agressões contra crianças e adolescentes são altos pelo Disque 100, sistema que permite que qualquer um faça denúncias, inclusive anônimas. Em números absolutos, os casos de agressão por negligência ou agressão física e psicológica são 54.889 dos 111.807 registros. Isso representa 67,40% do total. Entre os registros, 242 são denúncias de violência com morte da criança ou do adolescente.
Diante do índice, especialistas em questões da infância, consideram que episódios como o da menina Isabella Nardoni, que morreu aos 5 anos, causando comoção por ter causas ainda desconhecidas, são mostras de um país ainda tolerante com a agressão contra crianças e adolescentes.
Para o integrante do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Ariel de Castro Alves, os dados revelam que a violência contra a infância é generalizada no Brasil e que há muita tolerância para com ela – o que faz com que as pessoas se sintam menos à vontade para denunciar.
“Devemos tratar do caso da menina Isabella e, a partir dele, refletir com toda a sociedade brasileira. Os números mostram que a violência contra a infância e a juventude é generalizada e, muitas vezes, a violência ocorre exatamente nos locais em que elas deveriam receber proteção, que são os lares, escolas e creches”, disse.
A coordenadora do Programa de Enfrentamento à Violência Sexual contra a Criança e o Adolescente da Secretaria de Direitos Humanos, Leila Paiva, concorda com o conselheiro do Conanda. Para ela, o que contribui para a manutenção deste quadro é a falta de iniciativa de quem observa a violência, mas não denuncia.
“Existe um pensamento no imaginário popular de que não devemos interceder em problemas que ocorrem no âmbito familiar, o que é um equívoco. Mas, ao mesmo tempo, eu penso que o aumento dos registros no Disque 100 é pelo fato dele garantir o anonimato e a distância das pessoas”, analisou a coordenadora.
Ariel Alves, do Conanda, retoma a questão do papel da sociedade: “Não é só a família a responsável por garantir os direitos da infância e juventude, o próprio Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que é um dever de todos: da família, do Estado e de toda a sociedade brasileira.”
A média de utilização do Disque 100, desde que foi implantado em 2003 até hoje, é crescente. Começou com 12 relatos por dia, passou para 38 em 2006 e chegou a 69 em 2007. Até março deste ano, foram contabilizados em torno de 93 casos diariamente.
Os dois especialistas atribuem o crescimento do número de denúncias à sensibilização de todos da importância em não se calar diante dos casos de agressão a crianças e a adolescentes. Para ambos, não se trata de aumento dos casos de agressão.
Alves citou estudo da Universidade de São Paulo sobre o tema: “Uma pesquisa do Laboratório de Estudos da Criança da USP, feito entre 1996 e 2007, diagnosticou a existência de 159.754 casos de violência doméstica. E também concluiu que aproximadamente 10% dos casos de abusos e violência contra crianças e adolescentes são denunciados.”
Fonte: Agencia Brasil
domingo, 15 de junho de 2008
sábado, 14 de junho de 2008
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